A todas as Mulheres - para que consigam Resgatar a prática de Parir , acreditando na força da Maternidade e da energia Feminina.Apresento aos casais que serão pais o quanto é possível facilitar o Nascimento e torná-lo mais Humanizado com ajuda de uma Doula.
Parto Humanizado
sábado, 28 de julho de 2012
Convocação à MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO
Convidamos aos cidadãos e cidadãs e instituições a participarem e apoiarem a MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO.
A MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO acontecerá em diversas localidades do país.
Em Floripa, acontecerá no dia 05/08/2012, com concentração às 14 horas na Pracinha da Lagoa da Conceição.
As bandeiras da MARCHA PELA HUMANIZAÇÃO DO PARTO são:
- Que a Mulher tenha o direito de escolher como , com quem e onde deve parir;
- Pelo cumprimento da Lei 11.108, de abril de 2005. Que a mulher tenha preservado o direito ao acompanhante que ela desejar na sala de Parto;
- Que a mulher possa ter o direito de acompanhamento de uma Doula em seu trabalho de parto e parto;
- Que a mulher, sendo gestante de baixo risco, tenha o direito de optar por um parto domiciliar planejado e seguro, com equipe médica em retaguarda caso necessite ou deseje assistência hospitalar durante o Trabalho de Parto;
- Que a mulher tenha o direito de se movimentar livremente para encontrar as posições mais apropriadas e confortáveis durante seu trabalho de parto e parto;
- Que a mulher possa ter acesso a métodos naturais de alívio de dor durante o trabalho de parto, que consistem em: massagens, banho quente, compressa, etc;
- Contra a Violência Obstétrica e intervenções desnecessárias que consistem em: comentários agressivos, direcionamento de puxos, exames de toque, episiotomia, litotomia, etc;
- Pela fiscalização das altas taxas de cesáreas nas maternidades brasileiras e que as ações cabíveis sejam tomadas no sentido de reduzir essas taxas;
- Pela Humanização da Assistência aos Recém-Nascidos, contra as intervenções de rotina;
- Que a mulher que optar pelo parto domiciliar tenha direito ao acompanhamento pediátrico caso deseje ou seja necessário.
Todas as nossas bandeiras são respaldadas por evidências científicas e recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), Ministério da Saúde entre outras.
Chegou a hora de darmos um basta à mercantilização do parto e nascimento, não somos rebanho, não somos mercadoria, somos Humanos e temos o direito de receber nossos filhos cercados de amor, paz e, primordialmente, RESPEITO!
terça-feira, 3 de julho de 2012
LAURA GUTMAN NO BRASIL - EU VOU!
Pela primeira vez no Brasil, Laura Gutman estará em Florianópolis dia 01/09 e em São Paulo dia 02/09 para o seminário "O poder do discurso materno".
É autora de livros como "A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra", "Crianza, violencias invisibles y adicciones" e "La revolución de las madres", que exploram o universo da maternidade, os vínculos familiares e as dinâmicas violentas aos quais os seres humanos estão submetidos.
Desde 1996, formou mais de 300 educadores, médicos e profissionais em geral, objetivando construir uma nova visão acerca do problema da violência social e oferecer ferramentas concretas para assumir, com maios consciência, o trabalho que compete a cada um de nós na criação de um mundo menos violento e mais humano.
O seminário terá duração de 4 horas e é dirigido a mães, pais, professores, educadores, psicólogos, psicopedagogos, assistentes sociais, profissionais da saúde, profissionais das ciências humanas e todos aqueles que desejam contribuir para um mundo mais amável.
Mais informações em www.lauragutmannobrasil.blogspot.com.
É autora de livros como "A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra", "Crianza, violencias invisibles y adicciones" e "La revolución de las madres", que exploram o universo da maternidade, os vínculos familiares e as dinâmicas violentas aos quais os seres humanos estão submetidos.
Desde 1996, formou mais de 300 educadores, médicos e profissionais em geral, objetivando construir uma nova visão acerca do problema da violência social e oferecer ferramentas concretas para assumir, com maios consciência, o trabalho que compete a cada um de nós na criação de um mundo menos violento e mais humano.
O seminário terá duração de 4 horas e é dirigido a mães, pais, professores, educadores, psicólogos, psicopedagogos, assistentes sociais, profissionais da saúde, profissionais das ciências humanas e todos aqueles que desejam contribuir para um mundo mais amável.
Mais informações em www.lauragutmannobrasil.blogspot.com.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Preparação para a chegada do bebê
Doulas podem melhorar seriamente sua gravidez e parto. Por favor, contrate uma doula antes de parir!!!
Efeitos Colaterais: Você pode ter uma experiência de parto melhor. Você pode experienciar uma grande sensação de empoderamento. Você pode ter menos intervenções e um menor risco de cesárea.
Lembrando que as Doulas não executam nenhum procedimento técnico, mas estudos mostraram que sua simples presença ao lado da parturiente, oferecendo apoio, incentivo e preciosas massagens para aliviar a dor, é suficiente para diminuir as intervenções e as cesáreas.
Fotos: Vicky Rodrigues
Local: Live Fit Pilates
Gestante: Jeniffer
Doula: Michelle
Efeitos Colaterais: Você pode ter uma experiência de parto melhor. Você pode experienciar uma grande sensação de empoderamento. Você pode ter menos intervenções e um menor risco de cesárea.
Lembrando que as Doulas não executam nenhum procedimento técnico, mas estudos mostraram que sua simples presença ao lado da parturiente, oferecendo apoio, incentivo e preciosas massagens para aliviar a dor, é suficiente para diminuir as intervenções e as cesáreas.
Fotos: Vicky Rodrigues
Local: Live Fit Pilates
Gestante: Jeniffer
Doula: Michelle
sábado, 2 de junho de 2012
Da Gestação ao Nascimento
Após 9 meses, aproximadamente 280 dias, 40 semanas ou 9 luas o bebê finalmente está pronto para nascer. O feto, completamente formado desde as 12 semanas, levou todo este tempo para crescer e amadurecer dentro do útero. No final da gravidez ele dá sinais que está maduro e inicia-se o trabalho de parto. Sua circulação é inundada de hormônios que sinalizam o nascimento iminente. As contrações uterinas massageiam o seu corpinho e dão a noção do ritmo. Finalmente, a passagem pelo estreito canal de parto comprime o tórax do bebê, auxiliando na saída do líquido amniótico presente em seus pulmões, boca e narinas. O bebê nasce, e enquanto permanece ligado à placenta pelo cordão umbilical que pulsa não há pressa em respirar. Nos braços da mãe, ele conhece o novo espaço, espirra, tosse e finalmente respira. Às vezes chora vigorosamente, às vezes apenas resmunga. Em alguns minutos, os pulmões expandem, a circulação fetal deixa de existir e a placenta não é mais necessária. O cordão umbilical para de pulsar e pode ser cortado. Enquanto isso, mãe e filho se reconhecem, trocam cheiros, o som do coração da mãe acalma o bebê, que lentamente começa a procurar o seio. Depois de mamar, o bebê adormece e descansa por um longo período, se recuperando dessa grande jornada. A sequência descrita acima foi planejada pela natureza ao, longo de milhares de anos de evolução. Infelizmente, este processo fisiológico não é respeitado na maioria das maternidades brasileiras. Aproximadamente 40 % dos bebês da rede pública e 80% da rede privada nascem através de cesariana. Grande parte deste número – principalmente na rede privada- correspondem 'as cesarianas eletivas (aquela marcada por conveniência do médico ou da mulher ). Nestes casos, o bebê não sabe que vai nascer. Não foi avisado pelo trabalho de parto, não recebeu os hormônios necessários, não sentiu o ritmo das contrações nem passou pelo canal de parto. Frequentemente estava dormindo no momento do nascimento. Tem que passar de feto a gente que respira em segundos. Seus pulmões, boca e nariz estão cheios de líquido amniótico. Só resta ao bebê aterrorizado a opção de chorar para expandir os pulmões e concluir à força o processo de transição. A criança é levada a um berço aquecido, onde é vigorosamente enxugada. Geralmente o pediatra introduz uma sonda em sua boca e narinas para aspirar as secreções. A criança é pesada, medida, classificada e identificada. Rapidamente é apresentada à mãe, que não pode segurá-lo porque tem as mãos presas na mesa cirúrgica. O bebê então é levado ao berçário, onde é colocado em um berço aquecido, observado pela família através de um vidro. Ali ele recebe um colírio de nitrato de prata, cujo objetivo é prevenir uma eventual conjuntivite pela bactéria causadora da gonorréia. É provável que suas pálpebras fiquem inchadas e doloridas em consequência do colírio. Ele recebe ainda uma injeção intramuscular de vitamina K, medicação usada para prevenir um distúrbio de coagulação. Através do vidro do berçário observamos o recém nascido, sozinho no berço aquecido. A agressão sensorial foi tamanha que muitos dormem, exauridos. Outros choram e se debatem, observados pela família orgulhosa.. Algumas horas depois, o banho. O recém nascido é lavado com água morna, na banheira ou sob a torneira da pia. É preciso lavá-lo e remover qualquer vestígio de sangue ou vérnix. É necessário que ninguém perceba que o bebê nasceu de um útero, lugar cheio de mistérios. A criança é vestida e finalmente será amamentada. A mãe recebe o pequeno estranho... que sequer viu nascer através dos panos estéreis da cirurgia. O pequeno estranho não tem seu cheiro, aliás cheira a algum produto químico. O pequeno estranho está sonolento, porque durante o período fisiológico de vigília estava no berçário. Depois de algum esforço, afinal consegue mamar. A natureza felizmente continua sábia e é através da amamentação que a mãe e o pequeno estranho vão enfim criar vínculos.
Texto escrito por Ana Paula Caldas (Neonatologista em Campinas/SP).
Texto escrito por Ana Paula Caldas (Neonatologista em Campinas/SP).
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
As 50 intervenções desnecessárias durante a gravidez, parto e pós parto !
1) Exames pré-natais não incluídos na rotina preconizada pelo Ministério da Saúde do Brasil (os exames recomendados são: grupo sanguíneo e fator Rh, sorologia para sífili...s - VDRL, hemoglobina e hematócrito para rastreamento de anemia, exame de urina tipo I, sorologia para HIV e hepatite B - AgHBs, glicemia de jejum, teste para toxoplasmose-IgM, colpocitologia oncótica se necessário).
2) Exames de efetividade discutível sem prévia discussão com a gestante sobre riscos e benefícios (p.ex. pesquisa de EGB (Estreptococcus do Grupo B)).
3) Prescrição de complexo vitamínico, sem uma indicação clara.
4) Ultrassonografias sem indicação clínica.
5) Dopplerfluxometria em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
6) Ecodopplercardiografia (exame para avaliar o coração) fetal em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
7) Cardiotocografia em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
8) Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
9) Cesariana eletiva sem indicação clínica e/ou sob falsos pretextos (ver lista das "Indicações das desnecesáreas).
10) Exames de toque antes do trabalho de parto, sem indicação clara.
11) Descolamento de membranas antes de 41 semanas de gravidez.
12) Descolamento de membranas sem prévia discussão e autorização da gestante.
13) Restringir a escolha do local de parto.
14) Desencorajar ou proibir o acompanhante/doula no parto da escolha da mulher, ou permitir a entrada de pessoas não autorizadas.
15) Internação precoce.
16) Exames de toque/remoção de rebordo de colo abusivos durante o trabalho de parto e de rotina.
17) Exames de toque/remoção de rebordo SEM o prévio consentimento da gestante.
18) Toque Retal.
19) Jejum, tricotomia (raspagem dos pêlos) e enema (lavagem intestinal).
20) Qualquer restrição à deambulação/liberdade de movimentos.
21) Estabelecer limites rígidos para a duração da fase latente, ativa e do período expulsivo.
22) Atrapalhar o processo fisiológico do parto, desconcentrando a gestante.
23) Monitoração fetal contínua ao invés de intermitente (onde o profissional ausculta o bebê de tempos em tempos com o sonar).
24) Uso rotineiro de soro com ocitocina/indução com misoprostol.
25) Uso rotineiro de analgesia de parto.
26) Oferecer ou insistir na analgesia de parto sem que a mulher a tenha solicitado.
27) Amniotomia de rotina (rompimento da bolsa).
28) Puxos precoces (treinar fazer "a" força, antes que a mulher possa sentir os puxos).
29) Puxos dirigidos ("faça força agora", "força comprida", etc).
30) Manobra de Valsalva (orientar a "trincar os dentes e fazer força").
31) Desestimular a escolha pela mulher da posição/ambiente em que quer parir.
32) Manobra de Kristeller (empurrar o fundo do útero)/pressão de qualquer intensidade no fundo uterino/"só uma ajudinha".
33) Manobra de "divulsão" perineal e/ou massagem perineal sem consentimento da mulher.
34) Episiotomia.
35) Não permitir o nascimento espontâneo.
36) Aplicar fórceps e vácuo de rotina e/ou sem autorização da mulher.
37) Sutura rotineira das lacerações.
38) Revisão instrumental do canal de parto de rotina (fórceps, vácuo extrator).
39) Cesariana intraparto sem indicação precisa e sem caráter de emergência.
40) Ligadura precoce do cordão, sem aguardar parar de pulsar.
41) Entregar um bebê vigoroso ao neonatologista para secar e aquecer, afastando-o da mãe.
42) Aspiração de rotina das vias aéreas do recém-nascido.
43) Passagem de sonda de rotina no recém-nascido, para pesquisar atresia de coanas, atresia de esôfago e ânus imperfurado.
44) Uso rotineiro de Credé (colírio de nitrato de prata).
45) Levar bebês saudáveis para o berçário.
46) Fazer qualquer procedimento com o RN sem consultar e obter autorização dos pais.
47) Não permitir o delivramento (saída da placenta) espontâneo.
48) Revisão manual da cavidade uterina de rotina, mesmo em casos de cesárea anterior.
49) Oferecer bicos, chupetas, mamadeiras, com leite artificial para o recém-nascido.
50) Aplicar vacinas sem o consentimento e autorização dos pais.
(por Ingrid Lotfi com supervisão técnica de Melania Amorim e Maíra Libertad)
2) Exames de efetividade discutível sem prévia discussão com a gestante sobre riscos e benefícios (p.ex. pesquisa de EGB (Estreptococcus do Grupo B)).
3) Prescrição de complexo vitamínico, sem uma indicação clara.
4) Ultrassonografias sem indicação clínica.
5) Dopplerfluxometria em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
6) Ecodopplercardiografia (exame para avaliar o coração) fetal em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
7) Cardiotocografia em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
8) Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) em gestação de baixo risco ou sem indicação clínica.
9) Cesariana eletiva sem indicação clínica e/ou sob falsos pretextos (ver lista das "Indicações das desnecesáreas).
10) Exames de toque antes do trabalho de parto, sem indicação clara.
11) Descolamento de membranas antes de 41 semanas de gravidez.
12) Descolamento de membranas sem prévia discussão e autorização da gestante.
13) Restringir a escolha do local de parto.
14) Desencorajar ou proibir o acompanhante/doula no parto da escolha da mulher, ou permitir a entrada de pessoas não autorizadas.
15) Internação precoce.
16) Exames de toque/remoção de rebordo de colo abusivos durante o trabalho de parto e de rotina.
17) Exames de toque/remoção de rebordo SEM o prévio consentimento da gestante.
18) Toque Retal.
19) Jejum, tricotomia (raspagem dos pêlos) e enema (lavagem intestinal).
20) Qualquer restrição à deambulação/liberdade de movimentos.
21) Estabelecer limites rígidos para a duração da fase latente, ativa e do período expulsivo.
22) Atrapalhar o processo fisiológico do parto, desconcentrando a gestante.
23) Monitoração fetal contínua ao invés de intermitente (onde o profissional ausculta o bebê de tempos em tempos com o sonar).
24) Uso rotineiro de soro com ocitocina/indução com misoprostol.
25) Uso rotineiro de analgesia de parto.
26) Oferecer ou insistir na analgesia de parto sem que a mulher a tenha solicitado.
27) Amniotomia de rotina (rompimento da bolsa).
28) Puxos precoces (treinar fazer "a" força, antes que a mulher possa sentir os puxos).
29) Puxos dirigidos ("faça força agora", "força comprida", etc).
30) Manobra de Valsalva (orientar a "trincar os dentes e fazer força").
31) Desestimular a escolha pela mulher da posição/ambiente em que quer parir.
32) Manobra de Kristeller (empurrar o fundo do útero)/pressão de qualquer intensidade no fundo uterino/"só uma ajudinha".
33) Manobra de "divulsão" perineal e/ou massagem perineal sem consentimento da mulher.
34) Episiotomia.
35) Não permitir o nascimento espontâneo.
36) Aplicar fórceps e vácuo de rotina e/ou sem autorização da mulher.
37) Sutura rotineira das lacerações.
38) Revisão instrumental do canal de parto de rotina (fórceps, vácuo extrator).
39) Cesariana intraparto sem indicação precisa e sem caráter de emergência.
40) Ligadura precoce do cordão, sem aguardar parar de pulsar.
41) Entregar um bebê vigoroso ao neonatologista para secar e aquecer, afastando-o da mãe.
42) Aspiração de rotina das vias aéreas do recém-nascido.
43) Passagem de sonda de rotina no recém-nascido, para pesquisar atresia de coanas, atresia de esôfago e ânus imperfurado.
44) Uso rotineiro de Credé (colírio de nitrato de prata).
45) Levar bebês saudáveis para o berçário.
46) Fazer qualquer procedimento com o RN sem consultar e obter autorização dos pais.
47) Não permitir o delivramento (saída da placenta) espontâneo.
48) Revisão manual da cavidade uterina de rotina, mesmo em casos de cesárea anterior.
49) Oferecer bicos, chupetas, mamadeiras, com leite artificial para o recém-nascido.
50) Aplicar vacinas sem o consentimento e autorização dos pais.
(por Ingrid Lotfi com supervisão técnica de Melania Amorim e Maíra Libertad)
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Método Canguru: O Calor que Salva Vidas
Vantagens
· aumenta o vinculo mãe‑filho
· reduz o tempo de separação mãe‑filho
· melhora a qualidade do desenvolvimento neurocomportamental e psico‑afetivo do RN de baixo peso
· estimula o aleitamento materno, permitindo maior freqüência, precocidade e duração
· permite um controle térmico adequado
· favorece a estimulação sensorial adequada do RN
· contribui para a redução do risco de infecção hospitalar
· reduz o estresse e a dor dos RN de baixo peso
· propicia um melhor relacionamento da família com a equipe de saúde
· possibilita maior competência e confiança dos pais no manuseio do seu filho de baixo peso, inclusive apos a alta hospitalar
Primeira etapa
Período que se inicia no pré natal da gestação de alto risco seguido da internação do RN na Unidade Neonatal. Nessa etapa, os procedimentos deverão seguir os seguintes cuidados especiais:
· Acolher os pais e a família na Unidade Neonatal.
· Esclarecer sobre as condições de saúde do RN e sobre os cuidados dispensados, sobre a equipe, as rotinas e o funcionamento da Unidade Neonatal.
· Estimular o livre e precoce acesso dos pais a Unidade Neonatal, sem restrições de horário.
· Propiciar sempre que possível o contato com o bebê.
· Garantir que a primeira visita dos pais seja acompanhada pela equipe de profissionais.
· Oferecer suporte para a amamentação.
· Estimular a participação do pai em todas as atividades desenvolvidas na Unidade.
· Assegurar a atuação dos pais e da família como importantes moduladores para o bem estar do bebê.
· Comunicar aos pais as peculiaridades do seu bebê e demonstrar continuamente as suas competências.
· Garantir a puérpera a permanência na unidade hospitalar pelo menos nos primeiros cinco dias, oferecendo o suporte assistencial necessário.
· Diminuir os níveis de estímulos ambientais adversos da unidade neonatal, tais como odores, luzes e ruídos.
· Adequar o cuidar de acordo com as necessidades individuais comunicadas pelo bebê.
· Garantir ao bebê medidas de proteção do estresse e da dor.
· Utilizar o posicionamento adequado do bebê, propiciando maior conforto, organização e melhor padrão de sono, favorecendo assim o desenvolvimento.
· Assegurar a permanência mãe, durante a primeira etapa. Auxilio transporte, para a vinda diária a unidade pelos estados e/ou municípios.
Refeições durante a permanência na unidade pelos estados e/ou municípios.
Assento (cadeira) adequado para a permanência ao lado de seu bebê e espaço que permita o seu descanso.
Atividades complementares que contribuam para melhor ambientação, desenvolvidas pela equipe e voluntários.
Segunda etapa
Na segunda etapa o bebê permanece de maneira continua com sua mãe e a posição canguru será realizada pelo maior tempo possível. Esse período funcionara como um “estagio” pré alta hospitalar.
2.1 São critérios de elegibilidade para a permanência nessa etapa:
2.1.1 Do bebê
- estabilidade clinica
- nutrição enteral plena (peito, sonda gástrica ou copo)
- peso mínimo de 1.250g.
2.1.2 Da mãe
- desejo de participar, disponibilidade de tempo e de rede social de apoio
- consenso entre mãe, familiares e profissionais da saúde
- capacidade de reconhecer os sinais de estresse e as situações de risco do recém nascido
- conhecimento e habilidade para manejar o bebê em posição canguru.
2.2 Permitir o afastamento temporário da mãe de acordo com suas necessidades.
2.3 Acompanhar a evolução clínica e o ganho de peso diário.
2.4 Cada serviço deverá utilizar rotinas nutricionais de acordo com as evidências científicas atuais.
2.5 A utilização de medicações orais, intramusculares ou endovenosas intermitentes não contraindicam a permanência nessa etapa.
2.6 São critérios para a alta hospitalar com transferência para a 3ª etapa:
- mãe segura, psicologicamente motivada, bem orientada e familiares conscientes quanto ao cuidado domiciliar do bebê
- compromisso materno e familiar para a realização da posição pelo maior tempo possível
- peso mínimo de 1.600g
- sucção exclusiva ao peito ou, em situações especiais, mãe e família habilitados a realizar a complementação
- assegurar acompanhamento ambulatorial ate o peso de 2.500g
- a primeira consulta devera ser realizada ate 48 horas da alta e as demais no mínimo uma vez por semana
- garantir atendimento na unidade hospitalar de origem, a qualquer momento, até a alta da terceira etapa.
Terceira etapa
Esta etapa se caracteriza pelo acompanhamento da criança e da família no ambulatório e/ou no domicilio ate atingir o peso de 2.500g, dando continuidade a abordagem biopsicossocial.
3.1 Ambulatório de acompanhamento
São atribuições do ambulatório de acompanhamento:
· realizar exame físico completo da criança tomando como referencias básicas o grau de desenvolvimento, o ganho de peso, o comprimento e o perímetro cefálico, levando-se em conta a idade gestacional corrigida
· avaliar o equilibrio psicoafetivo entre a criança e a família e oferecer o devido suporte
· apoiar a manutenção de rede social de apoio
· corrigir as situações de risco, como ganho inadequado de peso, sinais de refluxo, infecção e apneias
· orientar e acompanhar tratamentos especializados
· orientar esquema adequado de imunizações.
3.2 O seguimento ambulatorial deve apresentar as seguintes características:
- ser realizado por medico e/ou enfermeiro, que, de preferência, tenha acompanhado
o bebê e a família nas etapas anteriores
- o atendimento, quando necessário devera envolver outros membros da equipe
interdisciplinar
- ter agenda aberta, permitindo retorno não agendado, caso o bebê necessite
- o tempo de permanência em posição canguru será determinado individualmente
por cada díade
- apos o peso de 2.500g, o seguimento ambulatorial devera seguir as normas de
crescimento e desenvolvimento do Ministério da Saúde.
Fonte: Manual Técnico Método Canguru
SerMÃE consultoria - Por Raquel Loureiro
· aumenta o vinculo mãe‑filho
· reduz o tempo de separação mãe‑filho
· melhora a qualidade do desenvolvimento neurocomportamental e psico‑afetivo do RN de baixo peso
· estimula o aleitamento materno, permitindo maior freqüência, precocidade e duração
· permite um controle térmico adequado
· favorece a estimulação sensorial adequada do RN
· contribui para a redução do risco de infecção hospitalar
· reduz o estresse e a dor dos RN de baixo peso
· propicia um melhor relacionamento da família com a equipe de saúde
· possibilita maior competência e confiança dos pais no manuseio do seu filho de baixo peso, inclusive apos a alta hospitalar
Primeira etapa
Período que se inicia no pré natal da gestação de alto risco seguido da internação do RN na Unidade Neonatal. Nessa etapa, os procedimentos deverão seguir os seguintes cuidados especiais:
· Acolher os pais e a família na Unidade Neonatal.
· Esclarecer sobre as condições de saúde do RN e sobre os cuidados dispensados, sobre a equipe, as rotinas e o funcionamento da Unidade Neonatal.
· Estimular o livre e precoce acesso dos pais a Unidade Neonatal, sem restrições de horário.
· Propiciar sempre que possível o contato com o bebê.
· Garantir que a primeira visita dos pais seja acompanhada pela equipe de profissionais.
· Oferecer suporte para a amamentação.
· Estimular a participação do pai em todas as atividades desenvolvidas na Unidade.
· Assegurar a atuação dos pais e da família como importantes moduladores para o bem estar do bebê.
· Comunicar aos pais as peculiaridades do seu bebê e demonstrar continuamente as suas competências.
· Garantir a puérpera a permanência na unidade hospitalar pelo menos nos primeiros cinco dias, oferecendo o suporte assistencial necessário.
· Diminuir os níveis de estímulos ambientais adversos da unidade neonatal, tais como odores, luzes e ruídos.
· Adequar o cuidar de acordo com as necessidades individuais comunicadas pelo bebê.
· Garantir ao bebê medidas de proteção do estresse e da dor.
· Utilizar o posicionamento adequado do bebê, propiciando maior conforto, organização e melhor padrão de sono, favorecendo assim o desenvolvimento.
· Assegurar a permanência mãe, durante a primeira etapa. Auxilio transporte, para a vinda diária a unidade pelos estados e/ou municípios.
Refeições durante a permanência na unidade pelos estados e/ou municípios.
Assento (cadeira) adequado para a permanência ao lado de seu bebê e espaço que permita o seu descanso.
Atividades complementares que contribuam para melhor ambientação, desenvolvidas pela equipe e voluntários.
Segunda etapa
Na segunda etapa o bebê permanece de maneira continua com sua mãe e a posição canguru será realizada pelo maior tempo possível. Esse período funcionara como um “estagio” pré alta hospitalar.
2.1 São critérios de elegibilidade para a permanência nessa etapa:
2.1.1 Do bebê
- estabilidade clinica
- nutrição enteral plena (peito, sonda gástrica ou copo)
- peso mínimo de 1.250g.
2.1.2 Da mãe
- desejo de participar, disponibilidade de tempo e de rede social de apoio
- consenso entre mãe, familiares e profissionais da saúde
- capacidade de reconhecer os sinais de estresse e as situações de risco do recém nascido
- conhecimento e habilidade para manejar o bebê em posição canguru.
2.2 Permitir o afastamento temporário da mãe de acordo com suas necessidades.
2.3 Acompanhar a evolução clínica e o ganho de peso diário.
2.4 Cada serviço deverá utilizar rotinas nutricionais de acordo com as evidências científicas atuais.
2.5 A utilização de medicações orais, intramusculares ou endovenosas intermitentes não contraindicam a permanência nessa etapa.
2.6 São critérios para a alta hospitalar com transferência para a 3ª etapa:
- mãe segura, psicologicamente motivada, bem orientada e familiares conscientes quanto ao cuidado domiciliar do bebê
- compromisso materno e familiar para a realização da posição pelo maior tempo possível
- peso mínimo de 1.600g
- sucção exclusiva ao peito ou, em situações especiais, mãe e família habilitados a realizar a complementação
- assegurar acompanhamento ambulatorial ate o peso de 2.500g
- a primeira consulta devera ser realizada ate 48 horas da alta e as demais no mínimo uma vez por semana
- garantir atendimento na unidade hospitalar de origem, a qualquer momento, até a alta da terceira etapa.
Terceira etapa
Esta etapa se caracteriza pelo acompanhamento da criança e da família no ambulatório e/ou no domicilio ate atingir o peso de 2.500g, dando continuidade a abordagem biopsicossocial.
3.1 Ambulatório de acompanhamento
São atribuições do ambulatório de acompanhamento:
· realizar exame físico completo da criança tomando como referencias básicas o grau de desenvolvimento, o ganho de peso, o comprimento e o perímetro cefálico, levando-se em conta a idade gestacional corrigida
· avaliar o equilibrio psicoafetivo entre a criança e a família e oferecer o devido suporte
· apoiar a manutenção de rede social de apoio
· corrigir as situações de risco, como ganho inadequado de peso, sinais de refluxo, infecção e apneias
· orientar e acompanhar tratamentos especializados
· orientar esquema adequado de imunizações.
3.2 O seguimento ambulatorial deve apresentar as seguintes características:
- ser realizado por medico e/ou enfermeiro, que, de preferência, tenha acompanhado
o bebê e a família nas etapas anteriores
- o atendimento, quando necessário devera envolver outros membros da equipe
interdisciplinar
- ter agenda aberta, permitindo retorno não agendado, caso o bebê necessite
- o tempo de permanência em posição canguru será determinado individualmente
por cada díade
- apos o peso de 2.500g, o seguimento ambulatorial devera seguir as normas de
crescimento e desenvolvimento do Ministério da Saúde.
Fonte: Manual Técnico Método Canguru
SerMÃE consultoria - Por Raquel Loureiro
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Shantala - Um Toque de Amor
PROMOÇÃO DE DIA DAS MÃES !!! Curta um momento especial vc e seu bebê :)
E Saiba mais sobre:
*História,
*Benefícios,
*Indicações e contra-indicações,
*Duração e Repetição,
*Preparação do Ambiente
*Técnica da massagem
Entre em Contato!
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*Benefícios,
*Indicações e contra-indicações,
*Duração e Repetição,
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
13 Mitos e Fatos: Quando o parto humanizado derruba mitos
Enquanto o bebê se desenvolve na barriga, mitos e medos acompanham gestantes em ruas, lojas, salões de beleza, filas, salas de espera e festas. Quem nunca ouviu histórias de grávidas que sofreram por horas a fio em trabalhos de parto difíceis ou sentenças como mulher com quadril estreito não consegue parir? Os mitos contaminam até mesmo consultórios e hospitais, onde mães acima do peso, hipertensas ou com diabetes gestacional costumam receber de imediato, eliminando qualquer possibilidade de estudo mais aprofundado do caso, a sentença de uma cesariana.
Neste Brasil que, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), tem um dos índices de cesarianas mais altos do mundo, perdendo apenas para países como o Chile, tais diagnósticos são usados para, muitas vezes, justificar as chamadas cesáreas desnecessárias.
Trocando mitos por fatos
Saiba mais sobre alguns fatos ou diagnósticos que comumente levam a cesáreas desnecessárias:
Mito: Cordão enrolado
Fato: Quase um terço dos bebês nasce com circular de cordão. Mas a gelatina que recheia o cordão ajuda a impedir que os vasos se fechem. Além disso o bebê não respira dentro do útero!
Mito: Pressão Alta
Fato: A hipertensão é um problema grave, mas nos casos em que ela foge ao controle pode ser necessário induzir o parto normal.
Mito: Bacia Estreita
Fato: Impossível saber o tamanho da bacia por dentro e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna.
Mito: Bebê Grande
Fato: Impossível saber o peso do bebê pelo ultrasom e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna.
Mito: Passou do Tempo
Fato: A gravidez humana normal vai até 42 semanas. Passado o prazo considerado seguro, pode ser necessário induzir o parto normal.
Mito: Parto Prematuro
Fato: Bebês prematuros nascem em melhores condições se for por parto normal.
Mito: Diabetes Gestacional
Fato: É uma condição em geral controlada com dieta, exercícios e medicamentos, e não tem qualquer relação com a via de parto. Nenhuma!
Mito: Bebê fez cocô (mecônio)
Fato: O mecônio não é um problema, a não ser nos casos em que os batimentos cardíacos do bebê estão insatisfatórios, evidenciando sofrimento fetal. Mesmo assim a indicação é o sofrimento fetal, não o mecônio.
Mito: A bolsa rompeu e não teve contração
Fato: É só aguardar 24 horas e se não entrar em trabalho de parto, induzir. A indução pode levar até 48 horas para “engatar”.
Antibióticos podem prevenir infecção. Fácil convencer o G.O. a esperar 72 horas, não é mesmo?
Mito: Não teve dilatação
Fato: Todas as mulheres dilatam se aguardar a fase ativa do trabalho de parto.
Mito: Não entrou em trabalho de parto
Fato: Se não for colocada numa mesa cirúrgica, toda mulher entra em trabalho de parto.
Mito: Na consulta de pré natal o colo do útero está fechado
Fato: O colo do útero em geral fica fechado. O que faz ele abrir são as contrações de trabalho de parto.
Mito: Pouco líquido
Fato: A diminuição do líquido amniótico é normal e esperada no final da gestação. No caso de diminuição acentuada, pode ser necessário induizir o parto normal, o que pode levar até 48 horas. Fácil convencer o G.O. a esperar 72 horas, não é mesmo?
Neste Brasil que, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), tem um dos índices de cesarianas mais altos do mundo, perdendo apenas para países como o Chile, tais diagnósticos são usados para, muitas vezes, justificar as chamadas cesáreas desnecessárias.
Trocando mitos por fatos
Saiba mais sobre alguns fatos ou diagnósticos que comumente levam a cesáreas desnecessárias:
Mito: Cordão enrolado
Fato: Quase um terço dos bebês nasce com circular de cordão. Mas a gelatina que recheia o cordão ajuda a impedir que os vasos se fechem. Além disso o bebê não respira dentro do útero!
Mito: Pressão Alta
Fato: A hipertensão é um problema grave, mas nos casos em que ela foge ao controle pode ser necessário induzir o parto normal.
Mito: Bacia Estreita
Fato: Impossível saber o tamanho da bacia por dentro e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna.
Mito: Bebê Grande
Fato: Impossível saber o peso do bebê pelo ultrasom e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna.
Mito: Passou do Tempo
Fato: A gravidez humana normal vai até 42 semanas. Passado o prazo considerado seguro, pode ser necessário induzir o parto normal.
Mito: Parto Prematuro
Fato: Bebês prematuros nascem em melhores condições se for por parto normal.
Mito: Diabetes Gestacional
Fato: É uma condição em geral controlada com dieta, exercícios e medicamentos, e não tem qualquer relação com a via de parto. Nenhuma!
Mito: Bebê fez cocô (mecônio)
Fato: O mecônio não é um problema, a não ser nos casos em que os batimentos cardíacos do bebê estão insatisfatórios, evidenciando sofrimento fetal. Mesmo assim a indicação é o sofrimento fetal, não o mecônio.
Mito: A bolsa rompeu e não teve contração
Fato: É só aguardar 24 horas e se não entrar em trabalho de parto, induzir. A indução pode levar até 48 horas para “engatar”.
Antibióticos podem prevenir infecção. Fácil convencer o G.O. a esperar 72 horas, não é mesmo?
Mito: Não teve dilatação
Fato: Todas as mulheres dilatam se aguardar a fase ativa do trabalho de parto.
Mito: Não entrou em trabalho de parto
Fato: Se não for colocada numa mesa cirúrgica, toda mulher entra em trabalho de parto.
Mito: Na consulta de pré natal o colo do útero está fechado
Fato: O colo do útero em geral fica fechado. O que faz ele abrir são as contrações de trabalho de parto.
Mito: Pouco líquido
Fato: A diminuição do líquido amniótico é normal e esperada no final da gestação. No caso de diminuição acentuada, pode ser necessário induizir o parto normal, o que pode levar até 48 horas. Fácil convencer o G.O. a esperar 72 horas, não é mesmo?
ESTABELEÇA UMA ROTINA : e auxilie seu filho a pegar no sono
1. Espere o sono chegar:
Se a criança não demonstra o mínimo cansaço, nem adianta colocá-la para dormir. Observe quando os bocejos ficam freqüentes, e os olhos, baixos. Esse é o momento em que o organismo dela escolheu para descansar. Aí, sim, é hora de ir para a cama.
2. Seja pontual:
Assim que descobrir o horário de sono do seu filho, faça com que ele seja cumprido diariamente.
3. Nada de agito:
Exigir que o pequeno durma logo depois de correr, pular ou se exaltar com brincadeiras estimulantes é jogo sujo. Diminua o ritmo das atividades à noite.
4. Capriche no ritual:
Sem um motivo convincente, seu filho não irá sozinho para o quarto. O segredo é criar momentos agradáveis antes de levá-lo ao berço ou à cama. Uma idéia é apostar no bom e velho trio: alimentação, banho e historinha.
5. Não dê trela para barganhas:
Crianças têm um invejável poder de persuasão e estão sempre dispostas a testar os seus próprios limites e os dos pais. Deixar que elas fiquem no comando é um péssimo negócio para quem quer uma noite de paz. A dica é: seja firme!
6. Crie um ambiente familiar:
Uma cama vazia num quarto escuro não é nada atraente para a criança. Alguns detalhes podem tornar o espaço mais receptivo. O amigo de dormir - um cobertor ou um ursinho que não solte pêlos - costuma ser ótima companhia, além de transmitir segurança. Se o seu filho adora os lápis coloridos, pendure uma das suas obras de arte perto da cama ou do berço. Assim o quarto vai ganhando a cara e o jeitinho dele.
7. Apague as luzes:
Essa dica é importante principalmente para quem tem bebês com menos de 3 meses. Associar a escuridão à hora do sono ajuda a criança a entender que existem diferenças entre dia e noite - algo que ela ainda não sabe. Os maiores também ficam mais tranqüilos no escuro. Afinal, quando as luzes se acendem, os olhos preferem explorar o que há ao redor e a criança se esquece de dormir.
8. Maneire na comida:
Se a criança tiver fome, não se preocupe, ela dará sinais. Não precisa ficar acordando o pequeno no meio da noite para mamar ou fazer lanchinhos. Essa insistência só serve para atrapalhar o sono. Fora isso, os petiscos noturnos favorecem as cáries.
De: Terapeuta de Bebês
Se a criança não demonstra o mínimo cansaço, nem adianta colocá-la para dormir. Observe quando os bocejos ficam freqüentes, e os olhos, baixos. Esse é o momento em que o organismo dela escolheu para descansar. Aí, sim, é hora de ir para a cama.
2. Seja pontual:
Assim que descobrir o horário de sono do seu filho, faça com que ele seja cumprido diariamente.
3. Nada de agito:
Exigir que o pequeno durma logo depois de correr, pular ou se exaltar com brincadeiras estimulantes é jogo sujo. Diminua o ritmo das atividades à noite.
4. Capriche no ritual:
Sem um motivo convincente, seu filho não irá sozinho para o quarto. O segredo é criar momentos agradáveis antes de levá-lo ao berço ou à cama. Uma idéia é apostar no bom e velho trio: alimentação, banho e historinha.
5. Não dê trela para barganhas:
Crianças têm um invejável poder de persuasão e estão sempre dispostas a testar os seus próprios limites e os dos pais. Deixar que elas fiquem no comando é um péssimo negócio para quem quer uma noite de paz. A dica é: seja firme!
6. Crie um ambiente familiar:
Uma cama vazia num quarto escuro não é nada atraente para a criança. Alguns detalhes podem tornar o espaço mais receptivo. O amigo de dormir - um cobertor ou um ursinho que não solte pêlos - costuma ser ótima companhia, além de transmitir segurança. Se o seu filho adora os lápis coloridos, pendure uma das suas obras de arte perto da cama ou do berço. Assim o quarto vai ganhando a cara e o jeitinho dele.
7. Apague as luzes:
Essa dica é importante principalmente para quem tem bebês com menos de 3 meses. Associar a escuridão à hora do sono ajuda a criança a entender que existem diferenças entre dia e noite - algo que ela ainda não sabe. Os maiores também ficam mais tranqüilos no escuro. Afinal, quando as luzes se acendem, os olhos preferem explorar o que há ao redor e a criança se esquece de dormir.
8. Maneire na comida:
Se a criança tiver fome, não se preocupe, ela dará sinais. Não precisa ficar acordando o pequeno no meio da noite para mamar ou fazer lanchinhos. Essa insistência só serve para atrapalhar o sono. Fora isso, os petiscos noturnos favorecem as cáries.
De: Terapeuta de Bebês
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